O alvo da fúria da PF é o ministro André Mendonça, relator das investigações que miram Lulinha, filho do presidente da República. Em uma manobra que cheira a aparelhamento político escancarado, a PF ignora prazos, retém documentos cruciais e peita ordens diretas para investigar o vazamento de conversas sigilosas. É o esquadrão da blindagem em ação, um plano orquestrado nos corredores do Palácio do Planalto para salvar o "herdeiro" e proteger o projeto de poder do Partido.
A estratégia é clara: criar uma nuvem de fumaça com a Operação Dark Horse para desviar os olhos do público dos esquemas que envolvem a família real do petismo. Enquanto a PF investiga de perto aliados de Bolsonaro com fúria de Tubarão, os inquéritos contra Lulinha andam a passos de cágado, sabotados por dentro pela própria cúpula da corporação.
Fontes de bastidores confirmam que o clima no STF é de guerra total. A ala mais pragmática da corte vê na atitude da PF um flerte perigoso com a obstrução de justiça. Se a PF escolhe qual lei cumprir e qual ordem obedecer, não há mais lei, não há mais Constituição. O que nos resta é o estado policial puro, onde a força bruta e a fidelidade partidária substituem o devido processo legal. O descumprimento das ordens de Mendonça pela PF é o ovo da serpente de uma ditadura de toga e farda, unidos para garantir a impunidade dos poderosos.
E o pior de tudo: o risco Lula nas eleições é real e imediato. Com a máquina repressiva do Estado agindo como braço armado de uma facção política, as eleições já nascem manchadas pela desconfiança. Como garantir um pleito livre e justo quando a polícia que deveria vigiá-lo está ocupada em proteger o filho do presidente? O Brasil não está apenas diante de um crime institucional; estamos diante do assassinato da nossa democracia. Onde isso vai parar?
Para entender em detalhes o desdobramento da crise entre as instituições nos bastidores de Brasília, confira a análise completa na reportagem
Esse vídeo traz um panorama atualizado sobre como as tentativas de reaproximação entre o ministro André Mendonça e o diretor Andrei Rodrigues estão sendo articuladas no Distrito Federal. Em crise Mendonça e Andrei Rodrigue no caso Lulinha

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